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quarta-feira, 2 de março de 2011 @IGMODA, dicas de elegância, dicas de estilo, elegância, HOMEM & MODA, lula rodrigues colunista IG Moda, moda masculina, normas de elegância masculina | 22:57

OAB PE e RJ declaram: O terno morreu! :: Esta coluna afirma: vida longa ao terno!!!

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ueba !! Prepare-se para um post longo: aqui nesta coluna, matamos a cobra e mostramos o pau. Explicamos tudo e damos dicas. Esta é a nossa onda em 2011, que ficará cada vez melhor, quando vc começar a surfar nela, postando comentários, interagindo, abrindo o nosso DIÁLOGO, de homem para homem. Isto posto, vamos aos fatos e às muitas fotos.

Matéria publicada no portal IG, na semana passada, (para ler, clique aqui) afirma que, resolução da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) de Pernambuco, seguindo o exemplo do Rio de Janeiro, libera os advogados de todo o estado, de usarem o paletó e gravata, durante o trabalho. Tal fato, me causou incômodo, pois tenho como trabalho, além de comentar a História dos Costumes, através da moda para homens (sempre que possivel admito) zelar por sua imagem, usando para esta tarefa, os veículos aos quais estou vinculado. E, garanto :: são de responsa e levo muito a sério esta minha responsabilidade. Por isso, este post será longo e sugiro que leia com calma, ate para poder contestá-lo. Sou totalmente aberto à criticas.


A minha preocupação, particular, é que a abertura para o badalado, mas muito discutível entre nós brasileiros, estilo casual, abra outras comportas muito mais preocupantes. Se  um juiz diz que “o hábito não faz o monge”, quando se refere ao advogado sem terno mantendo a ética (????), eu replique  que não existe moça “meio grávida”, em resposta ao fato de tal juiz não ter barrado em suas audiências, adEvogados que esqueceram a gravata (certamente com o nó pronto) no bolso, ou junto “com o paletó que esqueceram em algum lugar”, como ele mesmo conta na matéria que originou este post, quase bíblico, de tão grande. A minha avó diria “quem muito se abaixa, a bunda aparece”. Ela não tinha pudores em dizer “bunda”. No Rio, nós cariocas diríamos : “liberou geral.

Outra grande preocupação, com o perigoso e preocupante ESTILO CASUAL, é o fato de que, aqui no Brasil, muitas empresas deram com os burros n´água. A galera apareceu de chinelão, no escritório da banca de adEvogados, até porque nos bons, e  que cobram caro, tais trajes não passam da recepção, e só em caso de cliente em cana, chegam à sala de reunião. Pelo menos imagino (risos) que deveria ser assim. Um problema é casual e recorrente, com tal estilo. Me refiro aos zé bedeus, ditos modernos, tipos que ouviram o galo da modernidade cantar, mas não sabem onde. Pelo que tenho observado, em 27 anos de janela, essa galera espera uma brecha como esta, para contra-atacar seu “estilo pessoal”, tracando o costume por blazers desconexos, por exemplo, apostando em cores e cortes indefinidos, nunca adequados aos seus tipos físicos, inexoravelmente _pobre de seus clientes_ acompanhados de jeans acalorados aqui no sentido de “calorentos”, inadequados e de mal gosto. E, finalmente, desconforto, para quem usa e, pior, para quem dá de cara com tal look, no elevador, do Forum, por exemplo.

Você acha que meus impropérios acabaram ?? FICA FRIO !! TEM MUITO MAIS :: Some -se a isso  as coitadas das camisas pólo, sempre recheadas de patches, justas, acentuando barrigonas. Mas, como pra Deus (até pra ele ???) nada é impossível, tem coisa muito pior a caminho: a tribo hype que sem saber inglês lê nas Livrarias Culturas da vida, revistas masculinas gringas e a partir daí, editam seu look (sim, “hype” não tem “visual”, isso é coisa mainstream) onde se mistura xadrezes, jaquetões com jeans e sapatos sem meia (que eles leram nas tais revistas e decoraram: “double breasted suit” (ternos de abotoamento duplo), embora as vezes dê nó na língua, ao tentarem pronunciar tal item “trendy”, digamos.

IMPORTANTE :: para os interessados em aprender  a não sofrer de calor ou frio, dentro de um terno, o mercado está lotado de manuais ensinando proporções de colarinhos e pescoços, nós corretos de gravata e afins.


IMPORTANTE :: a OAB tem suas razões, às quais eu não contesto,atende a uma reivindicação  de seus associados, quanto ao calor e afins. Eu, as minhas, já que, a minha audiência e as mídias em que trabalho, me elegeram referência quando falamos do homem, suas modas e modos. Ou seja, sou cobrado, mas respondo com alegria, afinal, falar bem do homem, é o meu ganha pão na chapa, porque brioche mesmo, só saboreiam, os que falam mal das mulheres (risos). Abaixo, foto da marca italiana Z-Zegna, a meu ver, uma das que mais está conseguindo migrar o tradicional estilo italiano para um público jovem, corporativo e ligado nas lições do bem vestir masculino, returbinadas para o seu tempo. Aí estão os fundamentos do formato do terno tradicional. No desfile tais ternos foram editados sem camisa social e gravata, mas na realidade, o look pode ser catalogado como “executivo contemporâneo”, que convive pacificamente ao lado do “executivo clássico”. E, assim, vai.



IMPORTANTE:: nada tenho contra os jovens profissionais que ingressam no mundo corporativo e trazem, atrelado ao seu novo olhar, dinâmica, desempemho e agilidade, somados aos  seus valores estéticos, da informação de moda em tempo real, num planeta globalizado. Aposto no novo, sim, mas com fundamento. Para isso gasto minha mesada na DDOCKNews, uma livraria/revistaria onde todos os titulos de revistas e livros focados em moda e lifestyle masculinos, podem ser encontrados,e são muitos,  logo ali nos Jardins.

Abaixo, imagens do protótipo do executivo jovem, de hoje. Isso mesmo, de 2011, que abole o uso das meias. Esta imagem aparece não apenas em revistas tais como GQ, Equire e Details, americanas com versões também na Ásia. Agora vamos ao real: já imaginou, em Recife, no forum, uma audiência trabalhista, o calor, o chulé,  (se o sapato não for de couro dos legítimos) os calos doendo, o que pode prejudicar a performance do advogado que aderiu a tal modismo e, finalmente, o possivel descrédito do cliente conservador que poderá pensar: “será que o cara não tem grana nem pra comprar meias? IMPORTANTE :: o planeta esta congestinado de Consultores de Imagem, alguns, causando tais aberrações. Cuidado !!


IMPORTANTE: ESTA COLUNA PROMETEU E VAI CUMPRIR :: COMEÇAREMOS, EM BREVE, UMA SÉRIE DE POSTS SOBRE O ESTILO CASUAL E MUITO SERVIÇO, ENSINANDO TUDO SOBRE O TERNO & GRAVATA, ASSIM COMO DICAS PARA QUEM TRABALHA USANDO O TRAJE. Estou pensando ate em um novo link, que poderá ser batizado, experimentalmente de “MANUAL DE ESTILO COLUNA LULA RODRIGUES IG MODA” :: pronto !! Mas, para isso, é importante ter as opiniões e comentários de vcs.Comentem, sugiram que levarei a idéia adiante, no portal.

Abaixo, a figura do maior aliado do homem contemporâneo, buscando por uma luz ao sol, no mercado de trabalho: o alfaiate, profissão que existe, desde o século 13, quando a moda, como a conhecemos hoje, estava em gestação. Mas isso é um novo post, prometo. Cobrem!!

A resolução do OAB RJ e PE, mesmo a boca pequena, até onde eu saiba, causou, como se diz pelaí. Pelo que pude perceber, no mundinho do macho da espécie, mesmo os que, necessariamente, não usam terno & gravata diariamente, ficaram de orelha em pé, já que como homens, se preocupam com a IMAGEM de seus semelhantes. Mergulhamos de cabeça, na 4ª grande revolução da Era Moderma, a REVOLUÇÃO DA INFORMAÇÃO E DA IMAGEM. É preciso que levemos em conta, que tal resolução da OAB, pode ocasionar uma geração de profissioanais que possam encarar a vida como uma grande cidade de praia, onde flip flops e bermudão, dão também o tom da seriedade profissional. Pergunto: será que ao invés de pizza, tudo não poderá acabar num grande chope à beira mar?? Mas existe essa cena idílica na vida real, quando o mercado de trabalho fica muito mais seletivo e a concorrência aumenta, fudamentada sobretudo na imagem, atrelado ao desempenho, é claro ??? Abaixo terno do século 18. Vale lembrar que Recife e Rio de Janeiro, eram praças chic e que os hábitos da corte eram seguidos à risca, portanto todo mundo andava de terno (risos).

NÃO TERIA SIDO PRUDENTE, ANTES DE LIBERAR GERAL, SUGERIR QUE ESCRITÓRIOS DE ADVOCACIA, ASSIM COMO SEUS SIMILARES, EXPLICASSEM QUE UM TERNO ADEQUADO, É MENOS INCÔMODO DO QUE A EXPOSIÇÃO AO PROVÁVEL RIDÍCULO. PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR :::

::: Será que, indicações de profissionais habilitados para explicar tudo sobre formatação de guarda-roupa profissional e afins, não seria saudável ? Tal pergunta fica no ar, e para meu desencanto daí com certeza se evapora, pois o maior preconceito sobre o homem e sua moda e modos, parte dele mesmo, já estabelecido e que prefere não discutir seu próprio bem estar. Ternos, eternos X homens e homens :: abaixo, um modelo, mais limpo de detalhes, o terno do final do século 17, no acervo do Costume Institute do Metropilitan Museum, em Nova York, e logo abaixo, seu descendente contemporãneo, da marca Yves Saint Laurent, inverno 2007.



AINDA TEM FÔLEGO ?? ESTÁ ACOMPANHANDO TUDO, SURFANDO NESTE POST? vamos lá, o homem merece !!! ::  E, por falar em surfista, skatista e rapper, o tripé da cultura urbana, a dita street culture, os grandes empresários do streetwear,´que tem marcas de roupas, já colocam em suas vitrines as muitas opções de ternos e gravatas, baseados na seguinte realidade: o menino saiu do gueto e hoje tem posto elevado no universo corporativo e maisntream.

Um bom exemplo, é a Sean John, marca do produtor P. Diddy, estar ao lado de Calvin Klein e Hugo Boss, em grandes lojas de departamentos americanas e européias. A IMAGEM DO EMPRESÁRIO DA INDÚSTRIA DO HIP HOP MUDOU :: e, assim, o esperto Diddy, tem loja conceito na badalada rua 5ª Ave, em Nova York. IMPORTANTE :: o produtor Jay Z, está sempre entre os mais elegantes, e sabe dar o no correto em sua gravata cara e terno idem. Abaixo imagens contemporâneas do pop stars do rapp :: Jay Z (desde 2006 não sai da lista de homens mais bem vestidos, sempre exibindo ternos caros) e Pharrell Williams, que colabora com a marca Luis Vuitton.

Dissemos que vivemos a Revolução da Informação & Imagem, mas lembramos que as outras foram a Revolução Francesa (século 18) a Revolução Industrial (século 19) a Revolução dos Costumes, que começou nos anos 1960, do século passado. Aproveito o embalo, para vender um peixe de responsa:: todos estes aspectos comportamentais, estruturais, históricos, socio-econômicos e de estilo, muito estilo, indeed, estão analisados, em meu livro, o Almanaque da Moda Masculina – séculos XVII/XXI, que será publicado pela Editora Senac Rio, este ano. Isto posto, continuemos com os fatos, razão deste post gigantesco (risos).

O homem, suas modas e seus modos, desde os anos 200, estão em alta e o homem que trabalha de terno e gravata, tem atenção especial. Está havendo trocas de valores no mercado, sem trocadilhos. Abaixo, matéria publicada no extinto veículo digital DNR, uma publicação americana, focada na poderosa (contrariando a opinião de muitos) indústria da moda masculina, de todo o mundo. Hoje, o conteúdo migrou para o portal WWD, no link  MEN`S_WEEK. O homem, suas modas e seus modos, estão sendo estudados e a grande indústria químico têxtil cada vez mais aposta em pesquisas visando melhorar e aprimorar tecidos e produtos que proporcionam conforto, fundamente importantíssimo para o DESEMPENHO :: substantivo masculino, bola de vez no universo do homem contemporâneo, profissional de todas as áreas : do advogado ao surfista.



Muitas imagens deram  a tônica deste post, até pelo fato de ser falta de informação, a alegação de sua suposta escacês, em todas as mídias de moda por aqui, que alegam ser a moda do homem, coisa menor.  Abaixo, o rei inglês, Edward VII, filho da rainha Vitória, responsável pela norma de elegância, que reza que o último botão, de baixo para cima, no paletó de um terno de um homem de respeito, nunca deve ser abotoado. Na História dos Costumes, ele também é o responsável pela formatação do estilo do terno masculino contemporâneo, cuja paternidade é disputada pelos reis Luis XIV, de França e Charles II, inglês. Eduardo VII, também é responsável pelo estilo e uma época histórica, também conhecida como Era Eduardiana, tempos de fortes mudanças sociais, com reflexos definitivos nos códigos de vestir, tanto do homem, quando o da mulher.



Voltando à razaõ deste post, que é a OAB ter liberado em Pernambuco e no Rio de janeiro, o estilo casual para advogados, a pergunta que não quer calar é :: Estaria o nosso profissional do Direito, caminhando para fazer jus ao status/imagem que lhe são atribuídos pela sabedoria popular, assumindo de vez o visual ADEVOGADO DE PORTA DE CADEIA ?? Importante: esta coluna não questiona ou mete o bedelho nos caminhos modernos da advocacia, mas questiona seu dress code (codigos de idumentária). Já a outra foto, é a de um personagem de nossos dias, o advogado, formado pela Universidade de Harvard, o senhor Barack Obama, na campanha que o elegeu presidente dos Estados Unidos, e fez o terno de 2 botões, voltar à moda, mas modernizado, mais dinâmico, do que o modelo consagrado por otros presidente americano, o John Kennedy (1917/1963), na última foto, ao lado de seus irmãos Robert Kennedy (1925/1968 :: tb presidente) e Edward Kennedy (1932/2009).

Acredito muito na importância da verdadeira informação de moda, sem frescuras para o homem. Todo mundo diz que ele não se interessa por tais assuntos, mas esta coluna vem comprovando o contrário. Aqui, como vcs podem ver, muitos de expressam. Todas essas opiniões, preocupações e desconfortos, me interessam, não apenas como estudioso e crítico de moda e costumes do homem contemporâneo, mas também, pelo fato de eu ser homem, e de ser o colunista do IG MODA, focado na moda e nos modos de minha espécie.

A matéria sobre a liberação do estilo casual, para advogados de todo o estado de Pernanbuco, pela OAB PB, também teve repercussão, no meu “habitat”, como colunista /blogeuiro, dentro do portal, o IG MODA. O Diretor de Jornalismo, Luciano Suassuna, encaminhou pergunta, que tomo a liberdade de dividir, parte dela, com, vcs, audiência, a quem respeito, daí o tamanho infindo desta matéria, sem pensarmos em objetividade da web.

Moda: Roupa casual não pode ser sinônimo de desleixo: como substituir o terno e gravata sem perder a classe?
Oi Luciano,
Depois de tudo que falei pelos cotovelos, a minha  última resposta tem a ver com postura profissional, ética, respeito ao cliente e outras coisas que estão em jogo, muito mais do que trocar a camisa social, pela polo. O costume pelo jeans e blazer, os sapatos sociais com meia, pelos docksides e tênis esportivos. A gravata, num futuro próximo, trocada pela echarpe sobre gola deep Vneck, é um caso a ser pensado, e o chinelão com bermuda pode estar a caminho, já que o Forum da cidade, fica na orla. Sou conservador, em certos aspectos: a meu ver, advogado de verdade, sem terno, é como imaginar um dentista, para o qual não precisamos abrir a boca. Obrigado por gerar esta discussão. Abaixo, uma notinha extra, acabo de receber de um site focado em assuntos do homem contemporâneo, o World Man About Town.

MODA EXECUTIVA COPORATIVA ::: MERCADO FOCADO NO JOVEM QUER EDUCÁ-LO BOMBANDO SEU ESTILO MAS TRENDY ::

Recente pesquisa encomendada por um banco online do Reino Unido aponta o declínio do uso do terno em ambiente profissional. A equipe de moda masculina, de uma cadeia de lojas britânica, contestou o resultado do trabalho. Talvez a reação acalorada da rede varejista se deva ao fato de que os dados da tal pesquisa foram publicados às vésperas do lançamento de uma de suas linhas de roupas formais.

De acordo com release liberado pela marca, as vendas de determinadas marcas de terno subiram em torno de 47% no último ano e que a demanda por produtos formais mais ousados, como ternos em xadrez Príncipe de Gales verde, aumentou estrondosamente. Ainda segundo a rede de lojas, a procura por costumes e calças em modelagem slim cresceu de maneira notável. Não é novidade alguma que ternos e costumes são elementos fortes do guarda roupa masculino, mas parece que agora, além de itens clássicos, eles são “trendy”, “cool”, na moda!

Em artigo publicado na edição de 21 de janeiro da revista “Drapers”, Katherine Rushton mapeou alguns aspectos que fizeram dos ternos e costumes, peças cobiçadas. Katherine analisou dados de venda e entrevistou compradores e designers a fim de interpretar a popularidade das roupas formais. O resultado a que chegou foi que em tempos de recessão financeira, vestir-se com elegância, seja para melhorar o humor ou para fazer bonito em uma entrevista de emprego, é importante. Ela ressalta também que quem compra um terno, compra poder.

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4 comentários | Comentar

  1. 4 Sidnei Santos 24/03/2011 21:12

    Bem como somos o País da imagem, do externo, da casca, do superficial, talvez ainda tenhamos que discutir, e muito, esse assunto de vestuário, pois a moda tambem caminha paralelamente ao lado dos acontecimentos sociais, portanto uma sociedade livre deve ditar seus meios que mais se adequem ao seu local e assim adápta-los de forma elegante na sua maneira de se vestir, não sejamos tão positivistas e dogmáticos com os advogados do nordeste. As necessidades, a moda, a sociedade, são mecanismos dinâmicos e precisam sempre de ajustes.

    Responder
    • lrodrigues 25/03/2011 19:26

      ueba sidnei,

      thxs pelo comentário bastante reflexivo :: volte sempre :: obrigado.

  2. 3 Thiago Lourenço 11/03/2011 11:48

    Tanto seus argumentos qto das respectivas OAB tem seus fundamentos…, mas prefiro os da OAB.
    A liberdade de ir e vir está na Constituição – e ela não específica o como?, quando?, pra onde?, de onde?…

    Vamos como podemos!

    Uma coisa é discutir bom senso, outra elegância… seu blogo discute moda/ elegância. Deixemos o bom senso pra toda sociedade opinar e se ajustar!

    Responder
    • lrodrigues 14/03/2011 2:32

      oi thiago :: atualizando seu pensamento :: moda e costumes tb são assuntos que merecem as opiniões da sociedade, afinal sem a discussão dela, não são moda e nem refletem costumes :: se andamos vestidos, por normas sociais, então devemos prestar atenção na opinião do outro :: a liberdade de ir e vir tb se aplica a moda e aos modismos cíclicos :: adota quem quer :: a meu ver, ficaram no século passado os dogmas que colocavam a moda num pedestal de “privilegio de poucos” :: a moda e a praça castro alves (como na musica cantada por caetano veloso) são do povo, como o ceu é do avião :: as normas do bem vestir e elegãncia assim como bom senso estabelecidos peça geração de seu pai, não são os mesmo, da sua geração :: ou serão ??

      obrigado pelo comentario construtivo :: apareça sempre por aqui. abs :: lula

  3. 2 Antonio Machado 09/03/2011 17:05

    Só falta agente….

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    • lrodrigues 10/03/2011 10:17

      ueba, espero que a OAB paulista seja mais coerente. abs

  4. 1 Jorge Gomes 08/03/2011 18:05

    Imagine a bagaceira que vai se tornar a OAB.
    Espero que não vá adiante.
    Sou literalmente contra,
    muito bom o artigo.

    Responder
    • lrodrigues 10/03/2011 10:19

      obrigado jorge :: vamos começar a discutir assuntos como este aqui, na coluna.

      abs e volte sempre :: comentários ajudam e são saudáveis para estabelecermos o diálogo de homem pra homem.

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